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Justiça coreana ordena pagamento de R$ 3,27 bilhões em divórcio bilionário

2026-07-21
Justiça coreana ordena pagamento de R$ 3,27 bilhões em divórcio bilionário

A Justiça da Coreia do Sul determinou que o empresário Chey Tae-won pague R$ 3,27 bilhões à sua ex-esposa, Roh Soh-yeong, nesta sexta-feira.

Decisão sobre partilha de bens

O tribunal sul-coreano estabeleceu que Chey Tae-won, presidente do conglomerado SK Group, deve indenizar sua ex-mulher, Roh Soh-yeong, no valor de aproximadamente R$ 3,27 bilhões. A sentença ocorre após um longo processo judicial que envolveu a disputa sobre o patrimônio acumulado durante o matrimônio do casal.

A decisão foca na partilha de ativos e no reconhecimento da contribuição de Roh Soh-yeong para a expansão da fortuna da família ao longo das décadas. O montante definido pela justiça reflete o volume de bens e participações societárias que foram objeto de litígio entre as partes.

Contexto do processo judicial

O caso ganhou repercussão internacional devido ao impacto econômico e ao status das figuras envolvidas no cenário corporativo da Coreia do Sul. A disputa jurídica detalhou como os ativos foram geridos e como a dinâmica familiar influenciou o crescimento do grupo econômico liderado por Chey.

Os principais pontos discutidos durante o processo incluíram:

  • A valorização das ações de empresas do grupo SK;
  • A participação direta de Roh Soh-yeong na gestão indireta de interesses familiares;
  • A divisão proporcional de bens adquiridos durante a união civil.

A sentença de sexta-feira (24) marca um precedente importante para casos de divórcio envolvendo figuras de alto escalão no setor empresarial asiático. Juristas acompanham o desdobramento para verificar se haverá recursos por parte da defesa de Chey Tae-won.

Impactos no setor corporativo

A movimentação financeira impacta diretamente o patrimônio pessoal do executivo, embora não altere, de imediato, a estrutura de controle das empresas do grupo. O mercado financeiro monitora a liquidez necessária para o cumprimento da ordem judicial e as possíveis consequências para a governança do SK Group.

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